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20 Abr

Gostos, não se discutem!

 

O texto de hoje é sobre os gostos que uma pessoa pode ter. Espero que gostem!

 

“Gostos não se discutem”

 

Quando alguém diz que gosta de determinada música ou determinado filme ou determinado poema e eu não gosto, não dou a minha opinião.

 

Porquê?

Porque eu sinto-me na obrigação de respeitar o gosto dessa pessoa e não tenho o direito de contrariar o seu prazer.

Para além disso, parto do principio que o(a) criador(a) da obra está convencido(a) de que a obra é boa e eu também tenho de respeitar isso.

Na minha opinião, é uma questão de bom senso e educação.

Eu sei dos poemas, das músicas e dos filmes que gosto e que me fazem sonhar, me levam por caminhos inatingíveis e me fazem ficar feliz, mas também sei que outras pessoas têm as mesmas emoções com outras obras.

 

Estou a partilhar este assunto convosco, porque sei que muitos de vocês concordam com esta forma de estar na vida e nunca é demais salientar, que todos temos direito ao nosso gosto e não temos que nos inferiorizar ou superiorizar por isso, é um direito que nos assiste e não justifica qualquer discussão.

 

O nosso gosto é o mais importante para nós e os outros têm de nos respeitar por isso.

O gosto dos outros é o mais importante para eles e nós também temos de os respeitar.

 

 

Até à próxima quarta!

– Nascemos para ser felizes –

Emanuel

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( 6 )
  • Fatima figueira

    Ola Emanuel boa noite concordo contigo os nossos gostos so a nos dis respeito por isso devemos respeitar os dos outros adorei fica com Deus

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    • Emanuel

      Nem mais Fátima, no saber respeitar é que está o correto! Beijinhos

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  • Ricardo Lopes

    De certo que se recordará desta frase que lhe pertence
    “ninguém pode utilizar o seu gosto pessoal como definição de qualidade” e o Emanuel teve que fazer um trabalho de consciencialização e de certa forma defender as suas ideologias,em momentos, em que sentia que era posto em causa o seu trabalho, baseado em gostos pessoais e com muito pouco (ou nenhum) conhecimento técnico.
    Não se deve desviar os gostos de cada um mas podemos mostrar como podem estar errados na sua apreciação.
    Há uma música sua do álbum Enamorado (para sempre) que se chama Nas asas so desejo, quando adquiri o seu trabalho, comentava com um familiar a caminho de casa, como seria a música . Eu, conhecedor da sua versatilidade apostava num género mais romântico, o meu familiar fruto do desconhecido apostava no género de entretenimento. Conclusão, após escutarmos ele ficou agradavelmente surpreendido pois diz não estar a espera. A minha intenção não foi demover gostos mas foi de certa forma mostrar que um trabalho discográfico é muito mais do que as músicas que servem de apresentação em Tv’s ou rádios,
    Pois essas servem para promover o disco mas não são o disco. Existe uma grande diferença .
    Gostos não se descutem, mas para saber se realmente gostamos devemos de ser mais abrangentes na nossa análise. E ainda bem que existe diversidade de gênero quer na literatura, cinema e música…

    Nunca é demais agradecer profundamente os seus simpáticos comentários que tem endereçado em meu nome .
    O facto de ter o seu feedback semana após semana é algo inimaginável tamanha Humanidade prova bem a sua singularidade. E são estes pequenos apontamentos que fazem toda a diferença

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    • Emanuel

      Caríssimo Ricardo, mais uma vez agradeço a sua disponibilidade em vir ao meu site tão prontamente expressar a sua opinião.
      Agradeço sem dúvida todos os seus elogios e explico-lhe: é um gosto poder ler o que escreve. Continue assim, por favor!
      Quanto à discussão dos gostos, tem toda a razão naquilo que fala. Nem sempre ouvimos aquilo que queremos e muito menos nos poupam críticas ao trabalho que fazemos.
      Todavia – e porque escreveu sobre ideias pré-concebidas, e não necessariamente daquilo que gostamos – os gostos que temos, têm de facto, que ser respeitados. Houve alguém que um dia me disse: “Os gostos não se discutem, educam-se.” – frase com a qual discordo totalmente. O que o Ricardo refere, e bem, é que é preciso ser-se muito certo daquilo que gostamos, para estarmos dispostos à aquisição de potenciais (ou não) novos gostos. A vida é assim: os gostos alteram-se, priviligiam-se novas coisas, a maneira de pensar também muda, enfim. A diversidade que refere, é importante: já viu se gostássemos todos do mesmo? A riqueza da diversidade está mesmo aí! Um grande abraço e mantenha-se por perto. Muito obrigado, porque sim!

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  • DE AZEVEDO ANA PAULA

    Bom dia Emanuel concordo consigo os nossos gostos , temos que respeitar os outros e nos tambem ; vai com Deus ; bjs

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    • Emanuel

      Muito obrigado pela sua opinião Ana Paula! De facto, o respeito é muito importante :) Um beijinho e até para a semana!

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